No ultimo domingo conclui o mentorship em treinamento funcional da GAFF, carioca.
Ela usa o metodo de Mike Boyle, o precurssor desse tipo de atividade. http://www.functionalstrengthcoach3.com/
A primeira vez que ouvi sobre funcional e experimentei, foi em Los Angeles em uma convencao anual de fitness faz 2 anos.
Muitos exercicios eu mesma ja fazia mas nao chamava pelo mesmo nome.
Nao a toa, ja que o funcional tende a ser simples atraves de movimentos conhecidos, as vezes.
Ao inves de propor um treinamento que segmente o corpo, trabalhe musculos separados, ele sugere que se condicione ao usa-lo por inteiro. Com pesos livres, proprio peso, elasticos, bolas, cordas e polias.
Se nao usamos musculos separados no dia a dia ou em uma modalidade especifica, porque faze-lo durante a atividade complementar?
Esse metodo valoriza bastante a qualidade do movimento, tanto quanto a sequencia progressiva de dificuldade, diminuindo riscos de lesoes.
Apesar de beneficios associados a essa pratica, ainda na Escola Paulista de Medicina, a conversar com um professor, entendi porque ela nao eh tao bem aceita no meio academico - o que dita regras e tendencias a partir de pesquisas. Justamente porque fica dificil mensurar a intensidade do funcional.
Em um aparelho de musculacao o pesquisador mensura a intensidade pelos Kgs, e no funcional, um exercicio complexo muitas vezes so com o proprio peso? Pouco exato.
Isso nao quer dizer que o que a ciencia pesquise seja melhor do que os resultados sentidos na pratica atraves do funcional.
Experimente.
1 de dez. de 2011
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